Associação Nacional de História
GT Nacional História Ambiental

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Dossiê temático de Historia Ambiental na revista Ambiente & Sociedade

Publicado em: 15/06/2021 pela Coordenação do GT Nacional

Eunice Nodari, Marina Miraglia, Mark Hersey e Sandro Dutra e Silva estão organizando um dossiê temático para a revista brasileira Ambiente & Sociedade.
Ambiente & Sociedade é uma das mais prestigiadas revistas brasileiras no campo interdisciplinar das Ciências Ambientais, e tem como editor chefe o pesquisador Pedro Jacobi da Universidade de São Paulo.
A revista está indexada em Scopus e Web of Science e é um produto coletivo da ANPPAS, que é a Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação e Pesquisa em Ambiente e Sociedade que envolve os programas de Mestrado e Doutorado que debatem de forma interdisciplinar as questões ambientais. O dossiê temático de Historia Ambiental ocorre como forma de divulgação desse campo historiográfico entre os leitores das ciências ambientais e portanto, é fundamental para a consolidação de nossas redes e instituições de pesquisa.
Assim, convidados a todos a submeterem serem resumos, que serão depois selecionados para participarem desse dossiê. A finalidade é ter uma visão abrangente, seja do ponto de vista temático bem como geográfico sobre as histórias globais de natureza e cultura.
Para a submissão de trabalhos, segue o link abaixo.
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeBQHEnPdWjXkWh14GycxO3-c8T5nZMwroh_JFRItaV687jfQ/viewform

Leia sobre em:
https://www.scielo.br/j/asoc/


Curso de Extensão: Biomas, historicidade e suas temporalidades: uma visão histórico-ambiental

Publicado em: 27/02/2021 pela Coordenação do GT Nacional

O Laboratório de Imigração, Migração e História Ambiental (LABIMHA/UFSC) promove o Curso de Extensão: “Biomas, historicidade e suas temporalidades: uma visão histórico-ambiental”.

Os encontros, que serão realizados entre os dias 05/03 e 28/05, buscam apresentar uma possibilidade de análise sobre a construção dos recortes geográficos relativos aos biomas brasileiros, considerando as diferentes leituras historiográficas dos territórios. Em um ambiente on-line coletivo e interdisciplinar, discutiremos a importância de considerar as múltiplas temporalidades das macrorregiões brasileiras, utilizando textos e entrevistas concedidas ao LABIMHA/UFSC.

Leia sobre em:
https://labimha.ufsc.br/


Call for Papers: Justiça ambiental - histórias de opressão, injustiça e resistência na América Latina

Publicado em: 25/02/2021 pela Coordenação do GT Nacional

Editores
Marco Armiero (Royal Institute of Technology - Stockholm/KTH – Sweden)
Eunice Nodari (Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC – Brazil)
Zephyr Frank (Stanford University – United States of America)

Sustentabilidade e resiliência – esses são dois dos chavões mais usados no nosso tempo. Enfrentando problemas ambientais globais (incluindo a pandemia e as mudanças climáticas), cientistas, governos e organizações da sociedade civil estão em busca de soluções. Frequentemente, essa busca leva a soluções tecnológicas e de cima para baixo. Acordos políticos são assinados, mas eles nem sempre representam o desejado. Cientistas sociais e estudiosos das humanidades constatam repetidamente como as crises ambientais se cruzam com as desigualdades sociais ao longo das linhas de classe, gênero e raça. Ecologistas políticos têm se esforçado para trazer de volta a política para o reino ecológico (Robbins 2012) ao mesmo tempo em que apontam para a necessidade de abordar holisticamente as questões inevitavelmente conectadas de justiça social e sustentabilidade ambiental (Agyeman, Bullard e Evans 2003; Agyeman et al. 2016; Pellow, 2018). Este dossiê tem como objetivo avançar em insights teóricos, metodológicos e empíricos sobre justiça ambiental, com foco na contribuição que os historiadores ambientais podem trazer para o debate. Em particular, estamos interessados em promover um diálogo multidisciplinar entre historiadores, sociólogos, geógrafos, cientistas políticos e antropólogos sobre os efeitos que a justiça ambiental como categoria pode ter em nossos diversos campos. Adotar uma perspectiva histórica implica repensar alguns temas pesquisados com novas questões e ferramentas interpretativas.

Listamos a seguir alguns dos principais temas que gostaríamos de ver abordados em nosso dossiê: Efeitos desiguais da pandemia; lutas contra a contaminação industrial; riscos à saúde na agricultura; instalações poluentes em bairros pobres; distribuição desigual de riscos ambientais; bairros e condomínios fechados; acesso ao saneamento, água potável, moradia digna; extrativismo, sítios e povos indígenas; lutas pela produção e legitimação do conhecimento; relações entre as principais organizações ambientalistas e organizações de justiça ambiental; alternativas geradas nas lutas pela justiça ambiental; justiça ambiental nas artes, filmes, cultura popular e literatura latino-americana.

Leia sobre em:
https://www.halacsolcha.org/index.php/halac/announcement/view/34


Mestrado em Gestão Integrada do Território (GIT) da Univale MG

Publicado em: 11/02/2021 pela Coordenação do GT Nacional

A Univale abre, até o dia 2 de março, inscrições para o processo seletivo do Mestrado em Gestão Integrada do Território (GIT).

O Programa de Mestrado GIT está vinculado à Área Interdisciplinar da CAPES e fundamenta-se no campo das Ciências Sociais, Ciência Humanas, Direito, Educação, Psicologia, Ciências Biológicas e Ciências da Saúde.
O Curso de Mestrado Acadêmico em Gestão Integrado do Território (GIT) tem como objetivo propiciar o diálogo entre diferentes áreas do conhecimento sobre múltiplos temas presentes nas realidades sociais, culturais, econômicas, sanitárias, políticas, tecnológicas, humanas e ambientais contemporâneas. Como essas dimensões são interligadas, o Mestrado Interdisciplinar se constitui com a área de concentração em “Estudos Territoriais” e se denomina Gestão Integrada do Território, pois sua proposta abre-se para essas múltiplas dimensões, por meio do ensino, pesquisa e extensão.
O Mestrado em Gestão Integrada do Território possui duas linhas de pesquisa: 1) Território, Migrações e Cultura; e 2) Território, Sociedade e Saúde. Essas linhas se abrem para diversos campos temáticos estruturantes: : a) Território da Migração; b) Território da Saúde-Doença; c) Território da Violência e Vulnerabilidade; d) Território das Relações Sociedade-Ambiente; e) Estado, Território e Direito; f) Políticas Públicas; g) Cultura e Patrimônio Cultural; h) Formação Histórica do Território.

Leia sobre em:
https://www.univale.br/mestrado/


Filme curta: Cartografias não humanas

Publicado em: 25/11/2020 pela Coordenação do GT Nacional

Regina Horta Duarte e Bruna Pessoa produziram o filme de curta metragem Cartografias não humanas, sobre animais urbanos, que concorre no Arquivo em Cartaz: Festival Internacional de Cinema de Arquivo.

Convidamos a assistir e a deixar seu "like".
O cadastro no site do festival é GRATUITO.

Leia sobre em:
https://cardume.tv.br/movie/cartografias-nao-humanas/


Reunião do GT Nacional

Publicado em: 10/11/2020 pela Coordenação do GT Nacional

Prezados(as) colegas do GT Nacional História Ambiental

Há alguns anos adotamos a prática de definir, coletivamente, os simpósios temáticos de História Ambiental que são inscritos nos simpósios nacionais da ANPUH e quem os propõem.
Neste ano, por causa da pandemia, não realizamos o Simpósio Internacional de História Ambiental e Migrações, em Florianópolis, local das reuniões anteriores do GT Nacional para essa deliberação.
Propomos realizar uma reunião virtual no dia 19 de novembro/2020, as 16h, por meio do Google Meet, para dialogar e deliberar sobre a proposição de STs no Simpósio da ANPUH 2021.

O link foi enviado por e-mail, na lista de discussão.

Aguardamos vocês, cordialmente,
Marcos Gerhardt, Samira P. Moretto, Susana Cesco e Ilsyane Kmitta.
Coordenação do GT Nacional História Ambiental/ANPUH

Leia sobre em:
https://www.snh2021.anpuh.org/


Notas para una historia ambiental de la salud

Publicado em: 26/03/2020 pela Coordenação do GT Nacional

Prezados,

compartilho com vocês o texto Notas para una historia ambiental de la salud, escrito pelo nosso querido Guillermo Castro Herrera. Um texto importante, atual e provocativo.

A Coordenação Editorial de HALAC deseja que todos nós estejamos lúcidos, ativos, críticos e saudáveis. Viva SOLCHA!

Carinhosamente,

Sandro Dutra e Silva
Marina Miraglia
(editores)

Leia sobre em:
https://halacsolcha.org/index.php/halac/announcement/view/16


História Ambiental do Cerrado

Publicado em: 04/02/2020 pela Coordenação do GT Nacional

22 a 25 de abril/2020
Disciplina Doutorado, UEG, UniEVANGELICA, UFFS e PUC Rio.
Contato: sandrodutr@hotmail.com

A história ambiental como ferramenta interdisciplinar para compreender os biomas brasileiros. A emergência da História Ambiental no Brasil, seu lugar e importância no Cerrado. Características bióticas e abióticas do bioma Cerrado. Historia natural e os sistemas de classificação do Cerrado. A ocupação humana no Cerrado e resultantes ambientais. As paisagens do Cerrado nas narrativas históricas. As diferentes fronteiras do Cerrado. A modernização da agricultura e a produção de alimentos no Cerrado. O conceito de biodiversidade e a conservação do Cerrado. Sustentabilidade e os recursos naturais do Cerrado.

Leia sobre em:
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=2832646606795049&set=a.1293766590683066&type=3&theater


Call for Papers: Historia, Ciencia y Naturaleza en el Comercio Atlántico

Publicado em: 03/12/2019 pela Coordenação do GT Nacional

El dossiê busca reunir trabajos que analicen las dinámicas y agentes de los espacios atlánticos, en particular las relaciones de comercio e intercambio. El flujo de personas, ideas, objetos, patógenos, animales y plantas entre las Américas, África y Europa, a partir del inicio de la Era moderna, alteró no sólo las biotas de los territorios conectados, sino que acabó por alterar los propios paisajes y climas, así como las concepciones de poder y las espacialidades naturales y construidas. El comercio atlántico se desenvuelve y se transforma en consonancia con las dinámicas naturales y humanas, marcadas por una tensión latente entre los elementos de tradición y de modernidad, influenciado por las nuevas sociabilidades políticas, económicas, culturales y científicas. Dentro de los posibles temas y abordajes destacamos: la construcción de rutas comerciales (política, económica y científica); la conexión entre el comercio humano de esclavos y la transformación de la naturaleza en África y las Américas; el comercio de productos agrícolas – economía de plantación y mutación de ecosistemas locales; el comercio de plantas medicinales – rutas y extractivismo; el comercio de maderas y la transformación de la cobertura forestal; el comercio de lujo: papagayos, monos, orquídeas, cactus, entre otros; los circuitos comerciales y órdenes religiosas – la circulación de productos naturales; los territorios litorales y del interior – dinámicas internas en conexión con las redes comerciales atlánticas.

Organizadoras:
Angela Salgueiro (Universidade Nova de Lisboa, Portugal)
Irina Podgorny (Universidad Nacional de La Plata, Argentina)
Judith Carney (University of California, Los Angeles, USA)
Lorelai B. Kury (Fiocruz/Universidade do Estado do Rio de Janeiro)

Leia sobre em:
https://www.halacsolcha.org/index.php/halac


Nota de Repúdio as ações de destruição da Amazônia

Publicado em: 22/09/2019 pela Coordenação do GT Nacional

O Grupo de Trabalho em História Ambiental da Anpuh-SP vem a público manifestar a sua enorme preocupação e indignação, com os acontecimentos recentes observados na Amazônia que resultaram em grandes queimadas da floresta, cuja fumaça atingiu, inclusive a cidade de São Paulo provocando o bloqueio da luz a ponto de acender a iluminação pública e chuva com fuligem. Evidentes foram os discursos proferidos na campanha eleitoral para a Presidência da República no ano passado, os quais deixaram clara a despreocupação do candidato vencedor com as questões referentes ao meio ambiente e aos cuidados em preservar as conquistas institucionais, obtidas ao custo de muitas lutas e ao sacrifício de vidas humanas, ocorridas desde a década de 1980, com o fim da ditadura militar e a chegada da Nova República.
O estabelecimento de áreas de proteção ambiental, das reservas extrativistas, a demarcação das terras indígenas, a obtenção de recursos e fundos internacionais a serem investidos na proteção da floresta amazônica e na contenção do processo acelerado de desmatamento verificado na década de 1980, foram metas alcançadas de forma gradual e com a contribuição de sucessivos governos (tanto na instância federal como na estadual), a fim de que se pudesse estabelecer um arcabouço institucional voltado para a contenção do desmatamento e das queimadas. Tudo isso foi sendo construído até que surgissem os resultados reais, os quais, embora ainda deixassem margens a críticas, eram avanços que podiam ser mostrados como produto de decisões tomadas por parte dos poderes instituídos e da sociedade do Brasil, a fim de deter o avanço predatório sobre a floresta.
Sabe-se que a Amazônia é uma área de imensa biodiversidade, com recursos naturais provenientes de sua fauna e flora ainda não completamente conhecidos e analisados pela ciência, daí serem alvo do interesse de instituições nacionais e internacionais. Vários estudiosos têm defendido um aproveitamento racional desses recursos, com base em pesquisas e estudos, muitos dos quais realizados na região, o que demanda maiores investimentos em ciência e tecnologia e por suposto, em educação. Trata-se de algo do qual a nação e o mundo poderiam se beneficiar, por meio de uma economia com maior valor agregado e que propiciasse resultados para a própria Amazônia, gerando alternativas econômicas e emprego, reduzindo, inclusive, a pressão sobre a floresta.
Contudo, no presente momento, assistimos indignados aos cortes de verbas verificados exatamente nas instituições ou espaços institucionais, que poderiam nos proporcionar o conhecimento necessário à utilização racional da floresta amazônica, mantendo-a em pé. Se tal política equivocada ainda não bastasse, presenciamos também estímulos perpetrados pela autoridade maior da nação, de forma rudimentar, para que se produza a ocupação predatória, efetivada por meio de uma liberação geral para a destruição, por meio da pecuária extensiva (que tem por base a derrubada da floresta e as queimadas) e dos garimpos, que pouco propiciam em termos sociais e mesmo econômicos.
Esperamos que, por meio da atuação firme da sociedade, dos historiadores e suas entidades, das organizações que defendem a causa ambiental, dos estudantes e cientistas formados nas universidades, dos jovens e velhos preocupados com o futuro de nossa sociedade e de nosso planeta, possamos deter mais esta séria ameaça à floresta amazônica, seus povos e biodiversidade. A memória dos que se sacrificaram por essa causa ao longo da história merece uma postura firme e clara diante daqueles que pregam o sacrifício da natureza em prol dos interesses privados imediatistas e que nada contribuem para a melhoria das condições de vida de nosso povo e de nosso país.

GT de História Ambiental da Anpuh-SP
26 de agosto de 2019

Leia sobre em:
https://anpuh.org.br/


Chamada de artigos - Arcadia: Explorations in Environmental History

Publicado em: 19/09/2019 pela Coordenação do GT Nacional

Arcadia is now inviting submissions for its spring 2020 volume.
Arcadia: Explorations in Environmental History is an open-access, peer-reviewed publication platform for short, illustrated, and engaging environmental histories. Embedded in a particular time and place, each story focuses on a site, event, person, organization, or species as it relates to nature and human society. By publishing digitally on the Environment & Society Portal, Arcadia promotes accessibility and visibility of original research in global environmental history and cognate disciplines. Each peer-reviewed article includes a profile of the researcher, links, and suggested readings.

Leia sobre em:
2019-arcadia-call.pdf


Reunião aberta do GT Nacional: 18 jul.

Publicado em: 12/07/2019 pela Coordenação do GT Nacional

Convidamos para a reunião aberta do GT Nacional História Ambiental, no dia 18 de julho/2019, das 14h às 18h, como parte da programação do 30 Simpósio Nacional de História da ANPUH, em Recife PE. O local será informado por meio da seguinte pagina da Internet:

https://www.snh2019.anpuh.org/

A reunião terá como pauta:

1. Discussão e aprovação das atas das duas últimas reuniões (em anexo);
2. Relato das atividades do GT Nacional no período 2017-2019;
3. Relato dos GTs estaduais;
4. Planejamento das atividades para o próximo período;
5. Eleição da coordenação;
6. Assuntos gerais.

Atenciosamente,
Marcos Gerhardt, Susana Cesco e Samira P. Moretto
Coordenação do GT Nacional História Ambiental/ANPUH

Leia sobre em:
https://www.snh2019.anpuh.org/


Nota do GT História Ambiental do Ceará - Brumadinho: Não foi acidente!

Publicado em: 07/02/2019 pela Coordenação do GT Nacional

Transcrevemos e ratificamos a nota do GT História Ambiental do Ceará

BRUMADINHO: NÃO FOI ACIDENTE!

O Grupo de Trabalho de História Ambiental do Ceará manifesta por meio desta nota sua solidariedade às vítimas do crime socioambiental que ocorreu na barragem do Feijão, Brumadinho-MG, sob a responsabilidade da empresa Vale S. A. Ao mesmo tempo, esclarecemos que prestar solidariedade às vítimas dessa tragédia significa também exigir que a empresa seja devidamente responsabilizada por esse ecocídio, que, assim como o que ocorreu em 2015 pela Samarco, é fruto da negligência, ganância, afrouxamentos da legislação e da fiscalização ambiental, bem como da certeza da impunidade por parte de um Estado submetido à logica neoliberal.
Ressaltamos a importância de todos permanecermos cada vez mais atentos e ativos na luta contra retrocessos legais e ataques aos mais vários sistemas ecológicos. Nos últimos anos, especialmente em nosso continente latino-americano, a ascensão de ameaças à democracia vem impactando de modo cada vez mais violento o vasto conjunto que engloba as mais diversas sociedades humanas e o ambiente que as cercam. No caso mais específico do Ceará, não faltam também casos graves nesse sentido, como uso indevido das águas, problemas ambientais decorrentes da termelétrica e siderúrgica no porto do Pecém; construções inapropriadas de parques de energia eólica; exploração de urânio em Santa Quitéria, difusão de latifúndios e uso de agrotóxicos em larga escala.
Portanto, é urgente que nos mobilizemos diante desses ataques e crimes socioambientais que tendem, na atual conjuntura, a ser cada vez mais frequentes. Estamos certos de que a luta pela democracia envolve também a defesa de práticas e gestões mais democráticas dos ambientes onde vivemos, respeitando e valorizando a diversidade de agentes humanos e não-humanos presentes nos ecossistemas.
Fortaleza, 6 de fevereiro de 2019. Grupo de Trabalho em História Ambiental do Ceará

Leia sobre em:
http://gthistoriaambiental.org.br


Reunião aberta do GT Nacional: 10 out

Publicado em: 06/10/2018 pela Coordenação do GT Nacional

Prezado(a) colega
Convidamos para a reunião aberta do GT Nacional História Ambiental, no dia 10 de outubro/2018, as 8h30min, como parte da programação do 5° Simpósio Internacional de História Ambiental e Migrações, em Florianópolis SC. A reunião acontecerá no Auditório da Reitoria e terá como pauta:

1. Relato das atividades dos GTs estaduais;
2. 3rd World Congress of Environmental History 2019;
3. Propostas de simpósios temáticos para o Simpósio Nacional de História ANPUH 2019;
4. Assuntos gerais.

Atenciosamente,
Marcos Gerhardt, Susana Cesco e Samira P. Moretto
Coordenação do GT Nacional História Ambiental/ANPUH

Leia sobre em:
http://labimha.com.br/5simposio/


Call for Papers: Dossier

Publicado em: 27/09/2018 pela Coordenação do GT Nacional

"A evolução da ciência e da tecnologia e os seus impactos nos recursos naturais têm sido descritos sob diferentes perspectivas. Para muitos pesquisadores esse fenômeno foi conceituado como Antropoceno, que refere-se ao impacto da ação humana sobre o meio ambiente, sobretudo no uso e transformação das paisagens e dos recursos naturais. Os impactos da humanidade no funcionamento do ambiente planetário são visíveis, sobretudo a partir da revolução industrial e tecnológica. Esse fenômeno permitiu que a ciência e a tecnologia passassem a serem vistas como processos indissociáveis. A perplexidade entre a expansão do conhecimento e o engajamento socioambiental se caracteriza como um dos mais dramáticos dilemas contemporâneos relacionados à crise de paradigmas. O problema do desenvolvimento e sua relação com a tecnologia, inovação e sustentabilidade ambiental compõe partes dessas perplexidades.
Desta forma é que este dossiê objetiva receber trabalhos que dialoguem com o desenvolvimento e a inovação tecnológica, mas que ao mesmo tempo sejam pesquisas alinhadas com a sustentabilidade em suas diferentes dimensões (social, econômica, ecológica, espacial e cultural). A problemática da evolução tecnológica para a solução das questões ambientais é cada vez maior, abrangendo diferentes áreas do conhecimento científico que se propõe a investigar o uso e a conservação dos recursos naturais."

Leia sobre em:
http://periodicos.unievangelica.edu.br/index.php/fronteiras/index


HALAC: Call for Papers

Publicado em: 20/09/2018 pela Coordenação do GT Nacional

TERRITORIOS COMUNES HERREMIENTAS FRENTE AL CAPITALOCENO

Desde hace tiempo, la Red Universitaria Española de Historia Ambiental (RUEDHA), dentro del Grupo HUM952 STAND viene desarrollando encuentros bianuales con el fin de promover un diálogo continuado con investigadores del contexto de la Península Ibérica al respecto de la agenda de trabajo de la Historia SocioAmbiental. Tras el último encuentro en Granada en el 2016, volvemos a convocar a los investigadores que desde muchas areas y campos se sienten llamados al trabajo en la relación que las sociedades humanas y la naturaleza han tenido a lo largo de la Historia. Este Doosier supone una puesta al día de las líneas emergente en el campo de la historia ambiental española en sus diálgos con América alrededor de una serie de eje temáticos, desplegados por los grupos líderes en estos campos de investigación.
En el campo de los estudios sobre Climatología Histórica y Desastres Ambientales se proponen los trabajos del Equipo de Investigación de la Universidad de Alicante liderados por el profesor Armando Alberola, En el ámbito de los estudios sobre minería los trabajos de Juand Diego Perez Cebada y de Santigago Gorostiza suponen un renovación temática de enorme interés en cuanto al diálogo entre contaminación, salud pública y conflictos ambientales. Desde el campo de la ecología política, Pablo Corral marca la línea de trabajo sobre conflictos ambientales, ecologismo agrario y sus nuevos diálogos sobre las formas de colonialidad interna en el contexto europeo.
Es obvio que el tema de los estudios sobre metabolismo social está presente en el contexto español con los trabajo de Iñaki Iriarte y Juan Infante Amate con especial atención a los sistemas de transición energética en el mundo contemporáneo. Por último en el espacio de transición epistémica de los contextos europeos y americanos los trabajo del equipo de UABCS-UGR liderados por Micheline Cariño y Antonio Ortega así como Leida Fernández Prieto en el CSIC son procesos emergentes a la hora de concretar la transición de saberes agrícolas y pesqueros en relación con ecosistemas americanos.
Con todo ello se dispone de un panorama sobre territorios comunes de conocimiento que enlazan y trazan puentes de colaboración en el contexto americano y español como punto de encuentro a la hora de al renovación epistémica.

Coordinadores:
Antonio Ortega Santos (Universidad de Granada, España)
Chiara Olivieri (Universidad de Granada, España)
Pablo Corral Broto (Universidad La Reunión, Francia)

Fecha de entrega: 30 de octubre de 2018

Sandro Dutra e Silva e Marina Miraglia (Editores)

Leia sobre em:
http://halacsolcha.org/


Chamada de textos para dossiê

Publicado em: 27/02/2018 pela Coordenação do GT Nacional

A Revista PerCursos receberá para análise até 30 jun. 2018, artigos, resenhas, entrevistas e traduções de artigos inéditos para a Língua portuguesa relacionadas à temática do dossiê "Projetos econômicos e impactos socioambientais: reflexões sobre sustentabilidades". O dossiê será publicado na terceira edição de 2018, sob organização dos professores Dr. Aline Vieira de Carvalho (UNICAMP) e Janes Jorge (UNIFESP).

Leia sobre em:
http://www.periodicos.udesc.br/index.php/percursos


Chamada de Artigos: Dossiê “Geografia & História – Convergências Contemporâneas”

Publicado em: 16/08/2017 pela Coordenação do GT Nacional

No começo do século XX, o encontro entre Geografia e História revolucionou ambas as disciplinas, sobretudo quando se pensa na França. Historiador por treinamento, Paul Vidal de La Blache fundou as bases da moderna Geografia Humana e Regional em páginas que ajudaram Lucien Febvre e March Bloch a propor uma História Regional das sociedades, das economias e das culturas, ou seja, de coletividades humanas que construíam suas próprias trajetórias em interação laboral e cognitiva com territórios concretos. Essa mútua fertilização arrefeceu na segunda metade do século XX, quando tanto historiadores quanto geógrafos diversificaram seus diálogos interdisciplinares. No final daquele século e começo do atual, entretanto, os dois campos voltaram a estreitar relações, estimulados – principal, mas não exclusivamente – pelas questões ambiental e cultural. A uma Geografia Histórica tematicamente diversificada vieram se juntar novas subdisciplinas, como a História Ambiental e a História Espacial, em que métodos e fontes geográficos e históricos são reformulados e subsidiam novas teorizações. O dossiê “Geografia & História – Convergências Contemporâneas” pretende trazer essas e outras discussões para a Revista Brasileira de Geografia, periódico que, ao longo do século XX, publicou inúmeros estudos na interface das duas disciplinas. Encorajamos a submissão de artigos teórico-conceituais, epistemológicos e metodológicos sobre essas relações disciplinares, artigos empíricos que explorem espacialidades (humanas e humano-ecológicas) a partir de uma perspectiva histórica, em qualquer período e região do globo, bem como artigos que estudem a história das práticas científicas em Geografia e áreas afins, como a Cartografia.

Editores
Stephen Bell (University of California, Los Angeles)
Sandro Dutra e Silva (Universidade Estadual de Goiás/Centro Universitário de Anápolis)

Leia sobre em:
http://www.rbg.ibge.gov.br/


Revista do CEOM: Dossiê “Saúde e Meio Ambiente”

Publicado em: 16/08/2017 pela Coordenação do GT Nacional

O "Cadernos do CEOM" é uma publicação do Centro de Memória do Oeste de Santa Catarina, editada desde 1986, e tem como objetivo publicar resenhas e artigos inéditos no Brasil relacionados à História, Arqueologia, Antropologia, Sociologia, Museologia, Arquivística e Educação. É uma publicação semestral e temática, voltada aos acadêmicos de graduação e pós-graduação, profissionais e pesquisadores.
Para o primeiro semestre de 2018 serão recebidos artigos inéditos relacionados ao tema “Saúde e Meio Ambiente”, objetivando reunir contribuições que, na perspectiva das ciências humanas, reflitam sobre as interações entre as sociedades e o meio ambiente, assim como seus desdobramentos para a saúde dos seres humanos.
O prazo limite para envio dos artigos é 31 de outubro de 2017.

Leia sobre em:
http://bell.unochapeco.edu.br/revistas/index.php/rcc/issue/archive


Chamada pública para propostas de capítulos

Publicado em: 27/07/2017 pela Coordenação do GT Nacional

Divulgamos a Chamada Pública de propostas de capítulos para a Coletânea Educação ambiental, sustentabilidade e desenvolvimento sustentável: contribuições para o ensino de Graduação da Pró-Reitoria de Graduação da Universidade Federal Fluminense (UFF).
A proposta central desta coletânea é refletir sobre práticas e metodologias relacionadas ao ensino de graduação acerca das temáticas de educação ambiental, sustentabilidade, desenvolvimento sustentável e seus desdobramentos, os quais vêm sendo cada vez mais reconhecidos e trabalhados, mundialmente, em diversos ramos da educação e política.

Leia sobre em:
http://www.editais.uff.br/2139


Reunião aberta do GT Nacional História Ambiental

Publicado em: 17/06/2017 pela Coordenação do GT Nacional

Prezados(as) colegas
Convidamos para a reunião aberta do GT Nacional História Ambiental, no dia 27 de julho de 2017, as 14 horas, integrada ao XXIX Simpósio Nacional de História da ANPUH, que acontecerá em Brasília, no DF.
Local: Bloco de Salas de Aula Norte - BSA N AI 49/41
A reunião terá como pauta:

1. Relato das atividades do GT Nacional no período 2015-2017;
2. Relato dos GTs estaduais;
3. Comunicação: 3o. Congresso Mundial de História Ambiental 2019;
4. Comunicação: III Escola de Pós-Graduação da SOLCHA;
5. Planejamento das atividades para o próximo período;
6. Eleição da coordenação;
7. Assuntos gerais.

Atenciosamente,
Marcos Gerhardt, Susana Cesco e Samira P. Moretto
Coordenacao do GT Nacional Historia Ambiental/ANPUH

Leia sobre em:
http://www.snh2017.anpuh.org/conteudo/view?ID_CONTEUDO=2312


Escuela de Posgrado da SOLCHA prorroga prazo de submissão de trabalhos

Publicado em: 30/05/2017 pela Coordenação do GT Nacional

Encaminhamos a IV Circular da Escuela de Posgrado da SOLCHA. Nessa circular nós prorrogamos o prazo de submissão dos trabalhos até o dia 30 de Junho de 2017.
Submissão dos trabalhos no link: https://goo.gl/forms/P9qptqdNeC7Q93n22

Leia sobre em:
http://gthistoriaambiental.org.br/2017-quarta-circular.pdf


Terceira Escola de Pós-Graduação SOLCHA

Publicado em: 11/05/2017 pela Coordenação do GT Nacional

A terceira Escola de Pós-Graduação da SOLCHA acontecerá entre os dias 24 a 27 de outubro de 2017 no Centro Universitário de Anápolis (UniEVANGÉLICA), Anápolis, Estado de Goiás, Brasil. O evento terá como instituições organizadoras o Centro Universitário de Anápolis, a Universidade Estadual de Goiás e a Universidade Federal de Santa Catarina.

Leia sobre em:
http://gthistoriaambiental.org.br/2017-terceira-circular.pdf


Tercera Escuela de Posgrados SOLCHA

Publicado em: 22/03/2017 pela Coordenação do GT Nacional

Anexo la segunda circular de la III Escuela de Posgrados de Solcha, que tendrá lugar del 24 al 27 de octubre en el Centro Universitario de Anápolis (UniEVANGÉLICA), Anápolis, Estado de Goiás, Brasil, y cuyo principal organizador es el profesor Sandro Dutra e Silva. Hay plazo hasta el 30 de mayo para aplicar.
Saludos a todos,

Claudia Leal

Leia sobre em:
http://gthistoriaambiental.org.br/2017-segunda-circular.pdf


III Escola de Pós-Graduação da SOLCHA

Publicado em: 01/02/2017 pela Coordenação do GT Nacional

A terceira Escola de Pós-Graduação da SOLCHA acontecerá entre os dias 24 e 27 de outubro de 2017 no Centro Universitário de Anápolis (UniEVANGÉLICA), Anápolis, Estado de Goiás. O evento terá como instituições organizadoras o Centro Universitário de Anápolis, a Universidade Estadual de Goiás e a Universidade Federal de Santa Catarina. Período de inscrição: até 30 de abril de 2017.

Leia sobre em:
http://gthistoriaambiental.org.br/2017-circular-escola.pdf


Chamada de artigo: dossiê “Gestão das águas e de territórios protegidos”

Publicado em: 27/12/2016 pela Coordenação do GT Nacional

As áreas protegidas são territórios dedicados à proteção da biodiversidade, dos serviços ecossistêmicos e dos valores culturais. Esses territórios são o principal instrumento para a conservação da natureza em todo o mundo. Contudo, por trás desse conceito se desvelam grandes desafios que vão desde a governança territorial, o manejo de ecossistemas e a gestão de conflitos. Um ponto chave para a gestão eficaz das áreas protegidas é a compreensão multidisciplinar e interdisciplinar dos sistemas socioambientais e institucionais: recursos hídricos, vegetação, solo, clima, fauna, infraestrutura e recursos humanos, dentre outros. A gestão das águas constitui outro grande desafio do nosso tempo, especialmente em razão das crescentes demandas e conflitos pelo uso da água e das crises hídricas que atingem diferentes regiões do País. Para superar essa situação, é importante a implantação do modelo sistêmico-participativo na gestão das águas, com descentralização, participação social e integração entre os segmentos e instituições. Em consonância com essas ideias, este dossiê está aberto à apresentação de artigos que discutam e usem estes conceitos de forma interdisciplinar e contribuam com a melhor governança das áreas protegidas e das águas e, em especial, com a APA do Planalto Central, microrregião de Ceres e bacia hidrográfica do Rio das Almas, estado de Goiás.

Leia sobre em:
http://revistas.unievangelica.edu.br/index.php/fronteiras/index


O Rio Doce um ano depois

Publicado em: 11/11/2016 pela Coordenação do GT Nacional

A colega Lise Sedrez (UFRJ) acaba de publicar um interessante texto sobre o desastre no rio Doce, um ano depois, no blog do Rachel Carson Center. Ele está disponível, em inglês, no endereço a seguir.

Leia sobre em:
https://seeingthewoods.org/2016/11/10/worldview-doce-river-disaster/


Foram propostos três STs para o Simpósio Nacional de História 2017

Publicado em: 11/11/2016 pela Coordenação do GT Nacional

O GT Nacional História Ambiental inscreveu três propostas de simpósio temático para o XXIX Simpósio Nacional de História, promovido pela ANPUH e agendado para 2017. São elas:

História Ambiental: o Antropoceno, desastres e biodiversidade
Eunice Sueli Nodari (UFSC) e Lise Sedrez (UFRJ)

História Ambiental: espaço, território e natureza
Eurípedes Funes (UFC) e Dora Shellard Corrêa (ENS)

História Ambiental: ciência, tecnologia e o mundo natural
Ely Bergo de Carvalho (UFMG) e Diogo de Carvalho Cabral (IBGE)

Leia sobre em:
http://www.snh2017.anpuh.org/


Chamada de artigos: Dossiê Territórios e paisagens na América Latina

Publicado em: 05/10/2016 pela Coordenação do GT Nacional

Território e paisagem são dois importantes conceitos das ciências sociais e ambientais e que abrangem um vasto campo de questões interdisciplinares em termos espaciais e temporais. Tradicionalmente usados pelos geógrafos, estes conceitos têm sido apropriados nas últimas décadas por ambientalistas e historiadores, dentre outros especialistas. Embora utilizado no esclarecimento e interpretação de diferentes dimensões da realidade, os conceitos de território e, sobretudo, o de paisagem, traduzem importantes pontos de contato: seu desenvolvimento permite uma visão mais complexa da espacialidade e materialidade das sociedades humanas ao longo do tempo. Território e paisagem ligam as ciências sociais com as ciências naturais, o mundo humano com o não-humano e o tempo com o espaço. São conceitos dinâmicos e complexos, que exigem abordagens teóricas e metodológicas interdisciplinares. Ambos permitem uma ampla gama de abordagens importantes no manejo com sistemas altamente complexos de conexões que refletem a multiplicidade de interações entre as sociedades e a natureza. O estudo e aplicação destes conceitos em locais específicos é um desafio interdisciplinar capaz de favorecer importantes contribuições para a compreensão dos processos socioecológicos em um mundo e uma América Latina em transformações.
Seguindo estas ideias este dossiê está aberto à apresentação de artigos que discutam e usem estes conceitos de forma interdisciplinar, para compreender melhor o passado e o presente da América Latina.

Organizadores
Claudia Leal (Associate Professor, Universidad de los Andes, Bogotá, Colombia)
Diogo de Carvalho Cabral (Department of Geography, Brazilian Institute of Geography and Statistics, Rio de Janeiro, Brazil)
Marina Miraglia (Associate Professor, Universidad Nacional de General Sarmiento, Buenos Aires, Argentina)
Rogério Ribeiro de Oliveira (Associate Professor, PUC-Rio, Rio de Janeiro, Brazil)

Fronteiras: Journal of Social, Technological and Environmental Science

Leia sobre em:
http://revistas.unievangelica.edu.br/index.php/fronteiras


Revista Brasileira de Geografia está sendo novamente publicada

Publicado em: 28/09/2016 pela Coordenação do GT Nacional

A Revista Brasileira de Geografia está sendo novamente publicada, depois de 10 anos de inatividade. O primeiro número já está no ar e estamos trabalhando para publicar o segundo número, no começo do ano que vem. Embora ainda não tenhamos avaliação da CAPES, a RBG tem um nome e um capital simbólico grandes; fundada em 1939, ela foi uma das primeiras revistas científicas do país, e foi referência primordial na área de geografia e geociências por toda a segunda metade do século XX.
Estou escrevendo para convocar as/os colegas a colaborar com a retomada da RBG. Quem quiser ter seu artigo no próximo número precisa submeter até 31 de outubro. Basta acessar [o endereço a seguir], cadastrar-se como autor(a) e seguir o passo-a-passo da submissão. Aceitamos textos em português e espanhol.
Muito obrigado pela atenção!

Diogo de Carvalho Cabral

Leia sobre em:
http://www.rbg.ibge.gov.br/


Encontro Aberto do GT Nacional História Ambiental

Publicado em: 13/09/2016 pela Coordenação do GT Nacional

Caros(as) colegas

Renovamos o convite para participar do Encontro Aberto do GT Nacional História Ambiental, no dia 14 setembro/2016, as 14 horas, como parte da programação do 4 Simpósio Internacional de História Ambiental e Migrações, que está acontecendo em Florianópolis SC. A pauta será:

1. Relato das atividades do Grupo;
2. Criação de novos GTs estaduais de história ambiental;
3. Propostas de simpósios temáticos para o Simpósio Nacional de História da ANPUH;
4. Assuntos gerais.

Atenciosamente,
Marcos Gerhardt, Susana Cesco e Samira P. Moretto
Coordenação do GT Nacional História Ambiental/ANPUH

Leia sobre em:
http://www.labimha.com.br/4simposio/programacao


Chamada de artigos: Dossiê uso e conservação da biodiversidade, Revista Fronteiras

Publicado em: 26/07/2016 pela Coordenação do GT Nacional

A biodiversidade, ou diversidade biológica, é definida pela Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) como a variabilidade de organismos vivos de todas as origens, compreendendo os ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos, e os complexos ecológicos de que fazem parte. Ela abrange a diversidade entre as espécies, dentro das espécies, e de ecossistemas. A biodiversidade pode ser encarada em seu aspecto selvagem e também como biodiversidade domesticada, agrobiodiversidade. Ambas apresentam uma gama praticamente inesgotável de combinações organizadas em teias de alta complexidade, relações que refletem a diversidade na natureza e nas interações entre humanos e natureza, diversidade etnocultural. A teia da biodiversidade encontra-se ameaçada, em todos os seus níveis, e como sem ela não há vida nem processos ecológicos, o grande desafio é saber como equacionar o uso e a conservação da biodiversidade que ainda resta. O presente dossiê está aberto a artigos que discutam esta temática do Uso e da Conservação da Biodiversidade.

Revista Fronteiras, v. 5, n. 3, 2016. Prazo para submissão: 26 set. 2016

Organizadores/editores
Rubens Onofre Nodari (Universidade Federal de Santa Catarina)
Eunice Sueli Nodari (Universidade Federal de Santa Catarina)
José Luiz de Andrade Franco (Universidade de Brasília)

Leia sobre em:
http://revistas.unievangelica.edu.br/index.php/fronteiras/index


Ativada a nova lista de discussão do GT

Publicado em: 13/07/2016 pela Coordenação do GT Nacional

Foi ativada a nova lista de discussão do GT Nacional História Ambiental da ANPUH. Ela substitui a lista anterior, do Yahoo e sua criação foi proposta na última reunião do GT, durante o XXVIII Simpósio Nacional de História, em Florianópolis, em 2015. A lista anterior será desativada em breve.
Para participar, basta estar cadastrado como integrante na página do GT. Para sair da lista, marque a opção "Não receber mensagens" em seu cadastro.

As novas mensagens podem ser enviadas para:

Leia sobre em:
http://gthistoriaambiental.org.br/lista.php?r=5


Chamada de artigos: Revista do Laboratório de Ensino de História e Educação

Publicado em: 11/07/2016 pela Coordenação do GT Nacional

A revista do Laboratório de Ensino de História e Educação (LHISTE/UFRGS) convida os pesquisadores a submeterem artigos para compor o dossiê Meio ambiente na aula de História: interações entre ensino de história, história ambiental e educação ambiental. Os textos serão aceitos até o dia 09 de janeiro de 2017, para publicação no v. 4, n. 7, de jul./dez. 2017. Organização: Elenita Malta Pereira (UNICENTRO).

Leia sobre em:
http://seer.ufrgs.br/revistadolhiste


Convocatoria para becas para estudiantes de posgrado

Publicado em: 26/05/2016 pela Coordenação do GT Nacional

SOLCHA se complace en anunciar que se encuentra abierta la convocatoria para becas para estudiantes de posgrado cuya ponencia o póster haya sido aceptado para ser presentado en el VIII Simposio de la Sociedad Latinoamericana y Caribeña de Historia Ambiental (Puebla, México, 3-5 de agosto de 2016).
Los montos de las becas dependerán en el número de postulantes calificados/as y las distancias que tendrían que viajar entre otros factores.
Los criterios de evaluación incluyen: pertinencia y originalidad de la propuesta, baja representatividad en los simposios SOLCHA del país de procedencia de la/él candidato/a y/o de su caso de estudio.
Enviar antes del 15 de junio una carta de max. 1 página postulando su candidatura, junto con su hoja de vida resumida, y el resumen aprobado de la ponencia o póster al coordinador del comité de selección.
Las becas serán anunciadas antes del 1 de julio y entregadas en efectivo a los ganadores en una sesión plenaria el primer día del Simposio.
Saludos cordiales

Dr. Adrián Gustavo Zarrilli
Presidente Sociedad Latinoamericana y Caribeña de Historia Ambiental
Investigador Independiente CONICET - Profesor Asociado
Centro de Estudios de la Argentina Rural
Universidad Nacional de Quilmes

Leia sobre em:
http://www.acatlan.unam.mx/noticias/5741


Sementes crioulas rio-grandinas: um convite à reflexão sobre a alimentação, o patrimônio e a história local

Publicado em: 01/03/2016 pela Coordenação do GT Nacional

Destacamos este texto, publicado no jornal Agora, escrito pelo colega Daniel P. Prado (FURG) com a colaboração das alunas Nadia Costa Jaques, Suserli Carvalho Pereira e Hardalla do Valle, do Grupo de Trabalho, Pesquisa e Extensão de História Ambiental (GTPEHA). O texto aborda o trabalho do Grupo no programa de extensão “A História Ambiental como estratégia de intervenção na cidade do Rio Grande/RS”.

Leia sobre em:
http://www.jornalagora.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?e=5&n=83085


Nova página do GT

Publicado em: 05/02/2016 pela Coordenação do GT Nacional

Comunicamos que a nova página do GT Nacional História Ambiental está disponível. O conteúdo é o mesmo da versão anterior, criada pelos colegas Ely Bergo de Carvalho e Jó Klanovicz.
Registramos um domínio próprio, do tipo .ORG, mudamos a aparência e acrescentamos alguma interação, ou seja, cada integrante pode ajustar suas informações pessoais e contribuir com atualizações, publicando diretamente na página.
Ela permanece aberta para receber notícias e informações (sobre pesquisas, eventos, publicações...) a serem divulgadas.
Agradecemos a colaboração da mestranda Débora Nunes de Sá (PPGH UPF), que ajudou na organização.


O Museu do Amanhã e a História Ambiental

Publicado em: 04/01/2016 pela Coordenação do GT Nacional

Conforme José Augusto Pádua:
Recentemente foi inaugurado no Rio de Janeiro o Museu do Amanhã, um projeto no qual participei desde o início. O trabalho começou há cerca de sete anos e os conteúdos do projeto foram desenhados por um grupo de mais ou menos 40 cientistas e investigadores. E também de inúmeros especialistas em museografia e tecnologias de comunicação. Para todos que trabalharam no projeto é uma alegria muito grande iniciar o ano de 2016 com a sua transformação em uma realidade concreta.
Desde o principio, a ideia foi fazer um museu de ciências com forte conteúdo humanista e ecológico. Sua temática central não são as inovações científicas e tecnológicas por si mesmas, mas sim as grandes questões e dilemas do presente e do futuro da humanidade no planeta. O nome Museu do Amanhã é significativo. Não é uma museu do "futuro". Mas sim do "amanhã" que está acontecendo todos os dias, das tendências que estão se abrindo a partir dos movimentos sociais e percepções coletivas do presente (inclusive as inovações tecnológicas).
O motivo especial de enviar essa mensagem para os solcheros tem relação com a forte presença da história ambiental no marco conceitual do museu. Eu até diria que a exposição permanente é um grande curso de história ambiental global!
No início do projeto fizemos uma oficina sobre história ambiental global, ou "big history" como alguns preferem chamar, e a estrutura do projeto ganhou corpo a partir desse marco. A ideia foi construir uma experiência educacional dinâmica e atraente que permitisse visualizar a grande história do "big bang" à crise da civilização industrial. Os espaços centrais são exatamente Cosmos, Vida, Mente, Antropoceno e Amanhãs. Um espaço bem marcante, onde trabalhei de forma mais concentrada, se chama Totens do Antropoceno. Ele apresenta uma experiência cognitiva intensa a partir das transformações históricas dos últimos 200 anos (a era fossilista em que ainda estamos vivendo). Depois desses totens se abrem espaços de reflexão e jogos interativos sobre como podemos participar de forma consciente na construção de um futuro mais sustentável.
Envio dois vídeos com reportagens sobre a inauguração do edifício (um projeto de Santiago Calatrava) e sobre os conteúdos do museu. Um dado importante é que todos os textos no museu aparecem ao mesmo tempo em português, espanhol e inglês, facilitando a participação de cidadãos de muitos países (incluindo o grande afluxo de visitantes que acontecerá nos jogos olímpicos de agosto de 2016).
Aqui está uma reportagem curta (3 minutos) e muito introdutória:
https://www.youtube.com/watch?v=7aTpfCAM21Y
Aqui uma reportagem bem mais longa e completa (22 minutos), com entrevistas e um recorrido pelos principais espaços do museu:
https://www.youtube.com/watch?v=2VCeSqerC5I
No início dessa segunda reportagem aparecem imagens de um fato que considero muito importante. Em meados do século XX, dentro da lógica do automóvel mandar no espaço urbano, foi feito um viaduto separando o centro da cidade e o mar. Para os automóveis passarem triunfantes, degradou-se ambientalmente e socialmente todo aquele espaço. Depois de um grande debate contra forças conservadoras, decidiu-se destruir esse viaduto e abrir novamente o centro da cidade para o mar. Com isso abriu-se espaço para vários projetos sociais, econômicos e culturais. Assim, o Museu do Amanhã é parte de um grande projeto de revitalização urbana.

Leia sobre em:
http://museudoamanha.org.br/